sexta-feira, 3 de abril de 2015

(7) Experimente!

— Querem experimentar?
— O quê?
— Cuidar da própria vida!

É com esse fajuto, pequeno e profundo esquete que começo esse post. Mas sério... Porque a vida do outro provoca tanto interesse alheio? Vejo uma ruma de gente batendo no peito pra se vangloriar de uma contraditória vida perfeita. Vejo gente fazendo de tudo pra mostrar ao mundo uma suposta felicidade. Se enchem a boca para transparecer tamanha autoconfiança, porque "o fracasso dos recalcados" incomoda tanto? Tenho pra mim que "estar feliz" é algo que nos completa e engrandece como seres humanos. Gente feliz dissemina a felicidade e esta frase finaliza qualquer menção de acirramento. Vamos viver!

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

(6) Indiretas

Costumo ignorar tweets imperativos ocultos. Não gosto de ficar alimentando esse meu "eu" curioso. De uma certa forma, eu admiro quem briga com todo mundo. Odeio deixar assuntos pendentes, ou espaço pra interrogações. Pode nem ser pra mim, mas eu ODEIO indireta. É coisa de gente covarde! Fala uma coisa e dá margem a 1000 interpretações. Indireta é um negócio que só serve pra criar caos, mal-entendidos e deixar as pessoas inseguras. Não tem coragem de falar? É compreensivel, mas porra... Indireta é intencionalmente maldosa! Quer ocultar? Existe DM pra isso.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

(5) Aqui.

Já briguei, já cortei contato com uma cacetada de gente. Ás vezes fico com a consciência pesada, me achando brigão, extremista, etc... Mas caio na real, quando olho por outro lado! Certo ou errado; afastei pessoas que não estavam me fazendo bem. Isso é super positivo! Outra coisa: Twitter não é nada diferente do que vivenciamos na nossa "vida presencial". Só que aqui é tudo mais amplificado e explícito. A gente vai lidar com pessoas boas; e com pessoas mal-intencionadas tentando nos derrubar e desestruturar a qualquer custo. Cabe a nós, não nos afetar com isso. Cabe a nós, usar essas indigestas experiências pra tirar excelentes lições de vida! Mude! Mas mude apenas se VOCÊ achar que é válido pra sua vida. VOCÊ é o mestre da sua própria obra!

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

(4) Sobre mim, sobre nós.

Eu nunca precisei esconder nada de ninguém! Minha vida é um verdadeiro livro aberto. Minha bissexualidade, por exemplo, demorei um tempo pra me aceitar desse jeito que sou, e pra contar no Twitter. Sempre soube que iria sofrer preconceitos por conta desse tipo de sexualidade (como veem na imagem ao lado). Não só eu, mas todos que se consideram assim. O fato é que: QUEM SABE DE MINHA VIDA SOU EU, e eu nem devia estar me retificando... Mas não faço isso por mim, faço como um meio de alerta contra essa opressiva repulsa e o pouco caso que fazem com quem é bissexual! As pessoas se acham no direito de afirmar coisas "com toda certeza", sobre a vida de outras pessoas que nunca conviveram frente-à-frente. POR FAVOR, não prejulguem as pessoas pelos seus achismos preconcebidos e tendenciosos. SUA consciência agradece ;-)

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

(3) Okay? OK!

Não pretendo parar de escrever nesse blog! Sou o protagonista da minha própria vida. Sou a única pessoa que desfruta dela, em todas as nuances... Sou eu que vivo, sou eu que morro, sou eu que renasço... SOU EU! Não tenho nenhuma vergonha do meu jeito detalhista, metódico e às vezes prolixo. Não tenho vergonhas! Sou feliz do jeito que me é conveniente. Sou a única pessoa que sabe o que me faz feliz. Minha felicidade é única, é singular, é ímpar, é in-editável. "MATHEUS ESTÁ TRISTE"! "MATHEUS ESTÁ FELIZ"! Esses e mais outros status da vida, só eu posso postar, só eu tenho a senha do login que se chama "minha vida". Eu sei o que é certo, eu sei o que é errado, e também sei o que não é nada disso. Eu sei quem sou! Palavras alheias são como bolinhas de papel jogadas a esmo. Incomoda, mas não me desfigura. Eu me reconheço!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

(2) Porquê?

Vamos começar o exercício da autorreflexão. Antes de começar já aviso que não tenho obrigação NENHUMA de nomear os envolvidos nas histórias que eu citar aqui. Cada um sabe o que faz, e eu não posso fazer o trabalho pelos outros de só eu agir. Além do mais, se eu decido dar unfollow numa @, é com a intenção de ter o menor contato possível... Até pra me blindar daquele típico comportamento de pessoas que hora declamam "cita minha @ nas suas indiretas", e hora gritam "tire meu nome da sua boca, recalcado". As pessoas vão naquele discurso que lhe é mais conveniente, e se esquecem que contradição é facilmente identificada. Vamos ao que interessa! Vou começar contando um caso que ocorreu comigo hoje pra introduzir tudo que eu preciso falar.

[1/4] Um Twitter, criado por uma pessoa que ninguém sabe quem é, criou uma espécie de premiação com vários rótulos (positivos e negativos). Eu fui indicado em "chato", "flopado" e "pior dos piores". Para aqueles de mente acomodada, vão pensar que eu estou chateado por conta de ter sido indicado em categorias negativas. É compreensível esse preconceito, mas... Não é o caso! Eu já fui indicado em 2 premiações twitteiras como melhor @ e não dei sequer um voto. Sou da seguinte opinião que números não qualificam ninguém a nada. O que faz a identidade e a imagem de uma pessoa são méritos positivos e negativos, e suas atitudes durante a vida. Ainda sobre a enquete, vi nela uma total desnecessidade, pois rótulos marcam pessoas por um certo tempo, e isso alimenta brigas que seriam facilmente evitadas. É muito mais agradável viver num ambiente de cordialidade e harmonia. Sobre a pessoa que criou a enquete (que vou chamar de Beltrano), reafirmo que ela sabe exatamente as proporções que isso tem. Ela mexe e envolve o nome de pessoas que em nenhum momento foram consultadas para estarem atiçadas nesse contexto; e se acha no direito de dizer que as pessoas "tem que aceitar" passivamente tudo aquilo. Tacha as pessoas de imaturas, mas mexe com as pessoas e não aguenta as consequências de seus atos. É isso: INCONSEQUENTE é a palavra mais certa pra definir essa pessoa, nesse contexto.

[2/4] Depois de acreditar que toda essa polêmica havia sido encerrada, eis que surge mais outra. Assim que dou as costas do Twitter, uma @ que eu seguia (que vou chamar aqui de Fulano), que se dizia meu amigo me chamou à atenção. Fulano começou rindo de tweets que o Beltrano das enquetes caçoava de mim; depois chegou para Beltrano (desafeto meu) dizendo que ele "sambou" e que é "destruidor". Resumindo: exaltando e apoiando tudo aquilo que Beltrano fez comigo. Que tipo de amizade é essa? Por exemplo, eu sou muito amigo do @Desflopando, e quando vejo que ele está fazendo algo que EU acho vexatória, que EU acho que ele estaria passando vexame, chego na @ dele e dou uma dica. Afinal gosto dele, e prezo pelo melhor do meu amigo. Fulano, NÃO! Agiu de má fé comigo. Pare e pense, você continuaria amigo de uma pessoa que bate palmas pra gente tentando te humilhar? Não há lógica. A história não para por aí! A sequência dos fatos provaram ainda mais que eu estava certo. Dei unfollow em Fulano, que a minutos atrás estava dizendo que me adorava, e qual foi a primeira coisa que ele fez? Falar mal de mim, descer o malho pra quem quiser ver. Em menos de 30 minutos passei de "adorado" para a "pior pessoa do mundo"? A falsidade estava ali e eu não consegui enxergar. Eu não estou querendo me eximir das acusações que recebi. Não sou perfeito, nem nunca serei. Contando esse relato, só quero ilustrar que ninguém tem obrigação de gostar de mim e conviver comigo. Somente sejam verdadeiros e exponham seus pontos de vista, ao invés de pagarem de amiguinhos, falando mal nas DM's da vida, por conta da falta de personalidade de tomar uma atitude tão fácil: o unfollow! Unfollow não me magoa, unfollow não me deixa triste... Unfollow liberta!

[3/4] Eu também não sou obrigado a gostar de quem não quero, e tenho o direito de escolher não conviver com ninguém. Minha paz, felicidade e tranquilidade é a minha prioridade acima de qualquer coisa ou pessoa. Certo ou errado é muito relativo, mas... Posso ser qualquer coisa, mas uma coisa que posso afirmar sem medo é que nunca fui falso com ninguém. Sempre tentei ser o amigo esperado, para o máximo de pessoas possíveis. A não ser que me prejudique, sou amigo de uma pessoa até as últimas consequências, assumindo seus defeitos e qualidades. Sempre tive personalidade própria pra bancar todas as minhas decisões; ao contrário daquelas pessoas que moldam suas amizades e jeito de ser, em função de outras pessoas com poder social de maior ascensão no Twitter. Nunca prejudiquei qualquer pessoa, pra conseguir o que quero. Nunca estimulei o ódio gratuito! Nunca precisei abaixar a estima de ninguém pra valorizar a minha.

[4/4] Por fim, vamos falar dos meus detratores e pensar em tudo que envolveu meu nome nos últimos meses.
- Falam "que eu faço pior", mas me julgam por erros, que cometeram igualmente antes de mim.
- Falam que "não respeito opiniões alheias", mas tenho um amigo específico que em 6 anos que eu o conheço, só torceu pela mesma pessoa que eu em todos esses realities, apenas uma vez.
- Falam que sou o "deus da moralidade", mas qualquer atitude que tomo estão me julgando, me tachando como a pior pessoa do mundo.
- Falam que eu sou o "politicamente correto", mas assim que eu desabafo no MEU Twitter ou reclamo de algo, surge gente das profundas, me chamando de chato e dizendo que estou de mimimi.
- Falam que eu sou o "chato", mas perdem tempo indicando meu nome (e de outros) pra coisas negativas com o simples intuito de me importunar.
- Falam que eu sou desnecessário, mas vira e mexe eu sou o assunto na roda dos ~venenosos~.
 - Falam que eu sou desnecessário, mas perdem tempo fazendo piadas com meu nome, e montagens pífias com fotos minhas que sempre foram públicas.
- Pessoas que reclamam do meu unfollow, são as mesmas que dias atrás tweetam com orgulho: "se não gosta dá unfollow".

Se ser chato é não acatar tudo que me impõem, sou chato com todo orgulho do mundo. Vão me zoar, vão me desmerecer, vão fazer chacota sobre isso, mas não vou me deixar abalar. Sou superior a essas coisas! Acho que não preciso dizer mais nada!

sábado, 19 de julho de 2014

(1) Falando de mim.

É tão difícil falar da gente mesmo, né? É tão difícil parar pra fazer julgamentos a si mesmo. Mas se é pra começar a falar de assuntos amplos, vamos começar falando de mim! Entrei para o Twitter no dia 02 de janeiro de 2012, bem despretensiosamente. Hoje estou aqui com 18000 seguidores, relativa visibilidade, conquistando detratores e admiradores... Acho que sou bem assim na vida real. Passo longe de ser uma unanimidade.

- DEFEITOS: Sou uma pessoa que age muito sem pensar, o que acaba gerando comportamentos arrogantes e exagerados da minha parte... Admito! Também tenho certa dificuldade pra lidar com brincadeiras alheias, levo tudo muito a sério. É o meu jeitinho... rs! Sou muito disperso: começo 1000 coisas e não termino nenhuma. Corre o risco até d'eu não terminar isso aqui. Eu poderia colocar mais coisas, mas vou acabar confundindo defeitos, com pontos fracos (o que não é a mesma coisa).

- QUALIDADES: Sou uma pessoa que nunca precisei passar por cima de ninguém, ou usar de humilhações pra chegar onde cheguei. Não preciso ridicularizar, nem fazer chacota das pessoas, pra elevar minha autoestima. Sei exercitar o perdão. Sou um amigo 100% entregue. Sou um cara muito justo, e essa é uma das minhas principais premissas. Sou muito franco (isso é realmente uma qualidade?).

Nas próximas postagens continuarei falando de mim. Relembrarei todos os desafetos que tive no Twitter, exercitando a auto-reflexão!